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Poesia 2254 – Marinheiro só

Vejo-te.
Luz brilhante no céu.
Nada mais é
Do que um avião
Iluminado pelo sol
Em plena manhã
De quarta-feira
No mês de maio
Em dois mil e doze...

Que pena!
Quem me dera fossem os extraterrestres
E que viessem me buscar.
Levem-me de volta.
Levem-me para onde nasci...

Eu não sou daqui, marinheiro só.
Eu não tenho amor, marinheiro só.
Eu sou de bem de longe, marinheiro só.
De onde eu sou?


(Autor: Jorge Leite de Siqueira)

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