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Poesia 2583 - Sobrevida

debruçado
na janela do terceiro andar
vejo nuvens
e raios.

são pedro chora ao horizonte.
aqui
ainda não.

debruçado à janela
espero
a vida
a morte
a chuva.

sobrevida.
sobrevivo.
 
JORGE LEITE DE SIQUEIRA
 

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