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Poesia 2347 – Eia tempo


 
Tempo.
Espanca-me
Deixando-me marcas nos olhos
Na barriga
Nas pernas.
Tempo.
Apaga-me a memória
Para que eu sofra
Ainda mais.
Ou talvez
- benevolente –
Não quer me ver sofrendo com o passado.

Eia tempo!
Quando vai me apresentar a outra dimensão?

JORGE LEITE DE SIQUEIRA

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