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Poesia 2275 – Ponteiros

Frio aqui
Calor aí
Tão pertos
Tão longes...

O Brasil é um planeta...

Frio, aqui, e te cabe.
Dormir de conchinha
Esquentar os corpos nus...

Meus pés frios clamam os teus
Meus coração frio chama você
E não chama mais nada
Apenas bate...

Esperando...

O quê?
Os ponteiros do relógio rodarem
Nesse tempo que nunca pára...

Ou que pode parar a qualquer momento...

(Autor: Jorge Leite de Siqueira)

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