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Poesia 2257 – RIP

As melhores lembranças,
Os melhores planos,
Os mais bacanas atos.
Tudo em vão.
Todos os sonhos em vão.
Tudo acabando
Minuto a minuto
Ruindo
Um a um...

Não significam mais nada...

Lembranças para quê?
As melhores são as piores
Pois não se repetem
Nem se repetirão
Nunca
Jamais...

Vou me deitar.
E esperar.
Por favor, jogue a cal,
O corpo eu empresto...


(Autor: Jorge Leite de Siqueira)

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