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Poesia 2157 – Abraçando tempestades


Às vezes, espero.
Às vezes, escondo-me.
Às vezes eu choro...

Só às vezes...

Às vezes finjo que sou feliz.
Eu disfarço sorrisos maravilhosos
Eu imito frases admiráveis de oradores admiráveis
Eu rumino gestos surpreendentes...

Às vezes até eu sou enganado...

Mas, no escuro, sozinho?
Tiro as máscaras
E abraço a tempestade...

Sempre...


(Autor: Jorge Leite de Siqueira)

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