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Poesia 2636 - Rastros

muitos têm tanto dinheiro
muitos têm tanto passado

muitos têm mofo
teias de aranha
ontens.

eu tenho nada
repleto de mim:
maluco
calmo
luz
que vai
que volta
num ritmo alucinado
que até passos
por tão leves
não marcam o chão.

rastros?
só quero deixar histórias...

jorge leite de siqueira


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