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Poesia 2250 – Não sou escravo de ninguém


Não sou escravo de ninguém.
Obedeço ordens
Recebo ordens
Obedeço todas as ordens que recebo.
Não! Não! Não sou escravo de ninguém.
E continuo obedecendo ordens...

Manipulado.
Faça a sua parte
Seja líder como deve ser
Mas não me dê ordens...

Manipulado.
Sempre manipulado.
Mate-me logo, então...

Não sou escravo de ninguém!
Sou livre!
Sim, senhor!
Sim, senhor.
O senhor manda, chefe...

Mas não sou escravo de ninguém...

(Autor: Jorge Leite de Siqueira)

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